
Uma mulher que se presume ter cerca de 70 anos tem vivido no hospital psiquiátrico do Lorvão, em Penacova, sem qualquer tipo de documento de identificação.
As autoridades apenas sabem o nome da doente e se não fosse o encerramento daquela unidade de saúde e a transferência para outra, a senhora continuaria na ignorância do Estado, para o qual contribui, uma vez que sempre pagou os serviços médicos a que tem recorrido.
Perceção de risco face ao nosso país e restantes periféricos agravou-se nas últimas semanas. Ainda assim, procura manteve-se sólida