“Pesquisas demonstraram a existência de um gradiente social em função dos rendimentos familiares, isto é, relacionado com desigualdades e iniquidades, em particular com as diferenças ocorridas entre comunidades prósperas e pobres no que se refere, por exemplo, à esperança de vida e outros indicadores”.




“Os rendimentos, tal como o nível de instrução, influenciam no sentido da qualidade e esperança de vida”, disse, concluindo que “ninguém vai dizer que o pobre vive na mesma forma que uma família abastada”.





“Assumiu-se o compromisso pela redução progressiva da mortalidade prematura, que deverá ficar em linha com a meta fixada para 2020, isto é, inferior a 20%”.








“Admite-se, igualmente, que a resiliência dos cidadãos, das famílias e das comunidades contribua para explicar os sucessivos ganhos em saúde”, lê-se no documento, mas Paulo Macedo acrescentou que estes resultados também se devem aos dirigentes do setor da saúde.