A Direção Geral da Saúde (DGS) admitiu hoje que a vacinação contra a tuberculose (BCG) «pode vir a ser temporariamente interrompida por problemas de produção», mas garantiu que esta situação «não constitui um risco para a saúde pública».

Num comunicado que pode ser lido no site deste organismo, a DGS lembra que esta vacina é administrada num esquema de dose única, à nascença, nas maternidades e hospitais ou, excecionalmente, nos centros de saúde.

A BCG «pode vir a ser temporariamente interrompida por problemas de produção, no único laboratório que fabrica esta vacina para a Europa», na Dinamarca.

Segundo a DGS, a empresa que distribui a vacina BCG em Portugal informou que prevê a regularização do fornecimento no fim do mês de julho.

«As crianças que não forem vacinadas à nascença serão contactadas pelo respetivo centro de saúde quando houver novo fornecimento de BCG», acrescenta o comunicado.