A direção regional do PCP de Bragança manifestou, esta sexta-feira, «preocupação e apreensão» com o desaparecimento, em Mirandela, de um dos membros da organização partidária, Catarina Amaro, que não é vista há quatro dias.

Em resposta a solicitações de vários órgãos de Comunicação Social, a direção regional do partido manifesta ainda, por escrito, «apoio e solidariedade à família e amigos».

Catarina Amaro, de 34 anos, residente em Mirandela, no Distrito de Bragança, desapareceu na terça-feira e o caso foi imediatamente divulgado nas redes sociais.

Fonte policial confirmou, esta sexta-feira, à Lusa que «foi feita uma participação do desaparecimento, inicialmente à GNR, e o Ministério Público delegou posteriormente na PSP as diligências» sobre o caso. Nas diligências já realizadas pelas autoridades, «foi pedida a localização celular» do telemóvel que «deu sinal», na quinta-feira, «na zona entre o Pópulo e Murça», no distrito vizinho de Vila Real.

De acordo com a fonte, a PSP e a GNR fizeram de imediato diligências conjuntas no local, nomeadamente procuraram a viatura da desaparecida «à beira da estrada e noutros locais» e falaram com pessoas, sem sucesso. As autoridades espalharam ainda fotografias na zona.

O sinal de telemóvel durou «um pequeno período de tempo e desapareceu e nunca mais apareceu», segundo a fonte.