Os desalojados do deslizamento de terras que, na sexta-feira, ocorreu na ilha açoriana do Pico, aguardam pelo relatório do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) para saberem se vão poder regressar às casas.

Até lá, as 31 pessoas desalojadas mantêm-se em casa de familiares, sendo pouco provável que em breve haja condições de segurança para voltar às habitações.

Na sexta-feira, o presidente da Câmara de São Roque do Pico admitia à agência Lusa que as habitações que ficaram em risco na sequência da derrocada poderiam não ser habitadas de novo.

As oito famílias «estão a ser acompanhadas pelo gabinete de ação social da Câmara Municipal e pelos serviços da Secretaria Regional da Solidariedade Social [do Governo dos Açores], para que o realojamento seja feito o mais rápido possível», declarou Mark Anthony Silveira à Lusa.

A circulação automóvel e pedonal continua também interdita no arruamento municipal ao longo da zona afetada, apesar de não se terem registado mais derrocadas.