“Considerando que, num momento em que se multiplicam situações de tensão, de conflito e de guerra - inclusive na Europa - e aumentam a insegurança e a instabilidade internacionais, os exercícios militares desta organização belicista, envolvendo forças militares e território portugueses, não podem deixar de merecer o mais expressivo repúdio”, pode ler-se num documento da autoria da CPPC, subscrito por 15 entidades.









Na sua página na internet, o Conselho Português para a Paz e Cooperação apresenta-se como um movimento de opinião pública nacional cuja finalidade é contribuir para a “defesa da paz, da segurança e da cooperação internacionais, e para a amizade e solidariedade entre os povos, de harmonia com o espírito da Carta das Nações Unidas, suas finalidades e objetivos”.