O Ministério da Educação autorizou a afetação de 67 professores dos quadros, sem horário atribuído, a instituições de acolhimento no âmbito do «Plano Casa», que pretende «reforçar o processo de formação escolar das crianças e jovens» institucionalizados.



Ministério da Educação e Ciência refere, em comunicado citado pela Lusa, que projeto «Plano Casa» se insere no âmbito do Programa de Emergência Social, «para dar respostas específicas às crianças e jovens que se encontram em situação de acolhimento nas instituições da rede pública e solidária».

O projeto resulta de um protocolo entre o Ministério da Educação, o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, representados, respetivamente, pela Direção-geral da Administração Escolar e pelo Instituto da Segurança Social.



«Os docentes dos quadros, preferencialmente sem componente letiva atribuída, foram convidados a manifestar interesse, indicando até cinco Lares de Infância e Juventude. A entrevista e seleção dos docentes foi da responsabilidade de cada uma das instituições», lê-se no mesmo comunicado.



O ministério acrescenta ainda que «um dos objetivos centrais» do «Plano Casa» é reforçar a formação daquelas crianças e jovens «como condição indispensável para um verdadeiro projeto de autonomização e de (re)integração familiar, concretizado através de apoio pedagógico em respostas de acolhimento institucional, mediante a colocação de docentes».