TVI24acabaram por ser colhidos mortalmente por um comboio
 
 
 
 


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«É preciso avaliar e reunir provas de que ambos estavam em serviço. Vão ver as escalas, as comunicações de rádio, para perceber se receberam ou não ordem de perseguição e como acabaram por morrer. O processo é feito para que não haja dúvidas do Gabinete de Deontologia e Disciplina na altura de apresentar o caso ao Ministério da Administração Interna, que decidirá, então, a atribuição do subsídio».


já estiveram envolvidos noutra fuga à polícia

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«Se vinham em simples fuga, se houve uma interferência externa no âmbito de uma perseguição, não me parece que lhes possa ser imputado qualquer crime a não ser os anteriores».






«Somos tratados todos como administrativos, mas, com muito respeito pelos administrativos, uma coisa é estar sentado na secretária das 9:00 às 17:00, e outra é andar aos tiros atrás de criminosos».


«Normalmente, vemos os Governos e o poder político a lamentar a morte de agentes com palavras de circunstância e depois não reconhecem a polícia como uma profissão de risco. Nestas alturas lamentam muito, e nós gostamos de ver o seu lamento, mas gostaríamos que amanhã estivessem a preparar a alteração legislativa que protegesse os polícias».


«Já recolhemos sete mil assinaturas, mas queremos mais. Ninguém tem dúvidas do risco desta profissão. Os polícias são cidadãos que merecem ser reconhecidos pela sua missão».