Cândida Vilar refutou ter violado quaisquer deveres funcionais, o que é referido na queixa que diz ter estado na origem do seu afastamento do cargo de diretora da Unidade de Combate ao Crime Violento. A magistrada diz ter sido saneada.

Cândida Vilar confirmou em declarações à Lusa ter sido afastada na sequência de uma queixa do diretor da PJ à Procuradoria-Geral da República (PGR), na qual é dito que a magistrada violou os seus «direitos funcionais» num processo de tráfico de droga que foi entregue à PSP, quando a competência de investigação é da PJ.

A magistrada tinha denunciado a situação em declarações ao Diário de Notícias, dizendo-se vítima de «saneamento»: «O que se passou é que a direção nacional da PJ não gostou que tivesse entregue este caso à PSP porque achava que era da sua competência.»