Dois médicos, um delegado de informação médica e um farmacêutico ficaram, esta sexta-feira, em prisão preventiva, após terem sido interrogados pelo juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) no caso das fraudes no Serviço Nacional de Saúde, revelou à Lusa fonte judicial.

Segundo a mesma fonte, estes quatro arguidos ficaram ainda sujeitos a proibição de contactos com os demais arguidos.

Os restantes arguidos - um farmacêutico, um médico e um empresário/armazenista de produtos farmacêuticos - ficaram sujeitos a medidas de coação que incluem suspensão de funções, apresentações periódicas à PSP e proibição de contactos com os demais arguidos e de se ausentarem para o estrangeiro.