Por: Catarina Pereira / Filipe Caetano | 11- 3- 2010 20: 10
Nuno Oliveira vive em Independecia, no Chile, há apenas três meses, mas já tem várias histórias para contar. A melhor delas,
seguramente, será a de que sobreviveu ao violento sismo do dia 27 de Fevereiro. E esta quinta-feira houve mais, com as fortes réplicas
que abalaram o país.
«Senti bastante as três réplicas mais fortes e agora já vamos na décima réplica só hoje», contou
ao tvi24.pt.
Por sorte, na zona do português de 30 anos os danos não foram muitos esta quinta-feira. «Na televisão
estavam a dizer que caíram duas pontes pedonais, mas aqui à volta não caiu nada», revelou, acrescentando que foi para a entrada
do prédio «por uma questão de segurança», mas que não chegou a sair para a rua porque poderia ser pior.
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«Eles aqui estão muito habituados, não houve
grande pânico. Mas eu nunca tinha sentido nada assim de género em Portugal», desabafou.
Situada a poucos quilómetros
da capital chilena, Independencia ficou, desta vez, «mais perto do epicentro» das réplicas do que no dia 27 de Fevereiro.
«Só que da outra vez sentimos durante cerca de três minutos e agora foi só cerca de um», referiu.
Nuno contou ainda
que, segundo a embaixada portuguesa no Chile, há cerca de cem portugueses só nos arredores de Santiago.
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