“O acesso às urgências tem sido muito elevado, mas isso é habitual todos os anos no verão. Situa-se entre os 900 a mil doentes por dia. Normalmente, este aumento de acesso é típico do verão, não se associa é a tantos casos graves da área da medicina. Foi a diferença este ano, que nos obrigou a tomar medidas semelhantes às que tomámos no inverno”, referiu Pedro Nunes.


“O hospital tem à volta de 400 médicos. Não seria exagerado dizer que quase precisaria do dobro. Os grandes hospitais no país chegam a ter à volta de 100 anestesistas e este centro hospitalar tem - para uma região que tem 200 quilómetros de largura, que tem duas maternidades, duas urgências situadas a 60 quilómetros - 18 anestesistas”, afirmou Pedro Nunes.