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Caso Joana: Tribunal de Faro admite recursos

O juiz aceitou pedidos de Leonor Cipriano, do ex-PJ Gonçalo Amaral e, ainda, de Nunes Cardoso

Por: Redacção / AB  |  25- 9- 2009  21: 18

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Caso Joana: Inspectores da PJ acusados de tortura

O Tribunal de Faro aceitou os recursos de Leonor Cipriano (mãe da criança desaparecida em Figueira, Portimão) e do ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral e do agente Nunes Cardoso, julgados num processo de alegada tortura e outros crimes.

No despacho a que a Lusa teve acesso esta sexta-feira, o juiz Henrique Pavão entendeu serem admissíveis os recursos para o Tribunal da Relação de Évora.

Absolvido do crime de omissão de denúncia, Gonçalo Amaral, ex-coordenador do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Portimão, foi condenado a um ano e meio pelo crime de falsidade de depoimento, com pena suspensa por igual período.

O «caso Joana» remonta a 2004. A criança de oito anos, desapareceu na aldeia de Figueira, Portimão, e a investigação levou à acusação de Leonor Cipriano e o irmão, João Cipriano de crime de homicídio e ocultação de cadáver, tendo sido condenados a 18 anos de prisão.

Após recurso as penas foram diminuídas para 16 anos.

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