«As irregularidades que se notam devem-se ao facto de as refeições da Escola Espinho 2 não serem confecionadas no próprio local e terem que ser transportadas até lá. É por isso que o doseamento nem sempre será o correto, mas as instruções são no sentido de o funcionário pedir um reforço de comida ao aperceber-se de que ela está a acabar e, em poucos minutos, a empresa apresenta o restante».













«A Câmara dizia que a situação ia melhorar quando abrisse o centro escolar de Anta, porque a Espinho 2 estava sobrecarregada com as refeições das crianças dessa freguesia, mas essa escola já abriu em janeiro e, mesmo com menos miúdos aqui, o problema continua».