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hospital de Chaves



hospital Amadora-Sintra

«A minha mãe esteve numa maca desde que chegou ao Amadora-Sintra (…). O espaço entre as macas e mínimo. As pessoas a gritar, a quererem deitar-se por debaixo das macas, com fraldas à vista de quem quer que fosse que passasse», afirmou à TVI a filha de uma doente internada.




hospital de Santa Maria

«No último banco aquilo que me perturbou mais, e que também me atingiu a mim, foi o ambiente. Quando os familiares invadem um gabinete onde muitas vezes estão médicos novos sem a experiência que eu tenho, já me bateram (…). Estamos a falar muitas vezes de médicos muito novos. A probabilidade de entrarem em pânico e errarem e de se sentirem mal e da próxima vez não quererem aparecer é muito grande», diz à TVI Nídia Zózimo, chefe de Equipa de Banco do hospital de Santa Maria.
 

«Quando muda um Governo, os atores são sempre os mesmos. Ou seja, um gestor que hoje estava num hospital do Grande Porto, se calhar na última legislatura esteve num hospital da Grande Lisboa. Ou seja, as pessoas são sempre as mesmas, os intervenientes são sempre os mesmos: apenas mudam as cadeiras», afirmou.


hospital de Setúbal