«Nesta primeira fase vamos colocar [câmaras] na zona da movida. É particularmente importante. A seguir, avançaremos para outros territórios. A videovigilância implica recursos financeiros, mas também recursos da própria polícia. Não podemos avançar para mais sem ter efetivo para fazer avaliação das imagens», reconheceu, em declarações à comunicação social à margem da II Semana da Reabilitação.

 «A videovigilância não é propriamente para detetar o carteirista, era uma promessa nossa, era uma expetativa grande. Demorou o tempo que demorou. Estou muito satisfeito por o MAI ter dado razão à nossa pretensão, que correspondia à expetativa das autoridades policiais», acrescentou.

Moreira falou também sobre a reabilitação do Mercado do Bolhão, recusando confirmar a hipótese que tem sido avançada de o mercado temporário para os comerciantes ficar instalado no quarteirão da Casa Forte.

«Estamos a trabalhar muito nesta questão e o mercado temporário é fundamental. Está ser tratada neste momento e está a ser negociada. Admitiu-se, numa primeira fase, que se poderiam colocar os comerciantes nessa rua [ Alexandre Braga], mas isso teria vários contratempos, porque é rua importante em termos de mobilidade e porque obrigaria a que todo o estaleiro fosse montado dentro do Bolhão», «neste momento não parece ser uma solução possível».