Os 110 postos de trabalho da fábrica de Faianças Molde, nas Caldas da Rainha, onde esta madrugada deflagrou um incêndio, não estão em causa, garantiu o administrador, Joaquim Beato.
 

«Vamos reunir com os trabalhadores para avaliar a situação mas os postos de trabalho não estão em causa e vamos contar com a ajuda de todos para pôr a fábrica a funcionar o mais rapidamente possível».


A fábrica onde trabalham atualmente 110 pessoas ficou esta madrugada parcialmente destruída da sequência de um incêndio deflagrado cerca das 02:30 e que foi considerado extinto pelos bombeiros perto das 05:45.

O administrador afirmou ser «muito cedo para conseguir contabilizar os prejuízos», mas especificou que a zona mais afetada «foi o armazém», estimando que a empresa possa «retomar a laboração dentro de alguns dias».

Joaquim Beato admitiu ainda a hipótese de «alugar um novo armazém para que a normalidade seja retomada o quanto antes» e para que «os trabalhadores possam retomar as suas funções».

Às 09:20, ainda se encontravam no local os bombeiros das Caldas da Rainha, depois de terem sido desmobilizados os meios externos de apoio das corporações do Bombarral, S. Martinho do Porto e de Óbidos que ajudaram a combater as chamas.