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Um ano depois do episódio de violência, o rapaz explica que na origem das agressões esteve uma intriga amorosa entre adolescentes. Naquele dia, o jovem ficou de se encontrar com uma das raparigas para conversar, quando foi apanhado de surpresa.

 

“Quando lá cheguei, encontrei-me com… aquele grupo todo. (…) Depois começaram a dizer para pedir desculpa”

Um episódio que deixou marcas. Até hoje, o jovem não consegue ver as imagens das agressões que sofreu. Confirma que viu que o estavam a filmar, mas assegura que não conhecia a pessoa que tinha o telemóvel.

 

Diz que não reagiu porque “eram bastantes” e “tinha receio”.

 

Já depois da divulgação do vídeo, tem sido abordado por outros jovens que passaram por situações semelhantes: “Eu tento ajudá-los também. Sinto-me nessa obrigação.”

 

“Digo para não fazerem o que eu fiz. Para contarem aos pais, aos amigos. Fazerem tudo para se fazer a tal justiça.”

Apesar de não deixou de ir à escola e lá tem encontrado o apoio de colegas e professores.