“Temos um governo preocupado em encontrar uma solução justa, que permita, no imediato, dar médico de família a todos os cidadãos portugueses. Saudamos a medida. É positiva, justa e é transitória, só é necessária transitoriamente e durante um prazo muito reduzido”, afirmou José Manuel Silva.






“Neste momento, o número daqueles que estão a tirar a especialidade é suficiente para compensar as necessidades do país. Estão garantidos em excesso no futuro, mas a curto prazo é necessária uma medida transitória, de dois/três anos, para cativar e atrair os médicos reformados”, concluiu.