Os suspeitos garantiam aos investidores que os títulos correspondiam a "aplicações financeiras legais com garantias de confiança e retorno", a taxas de juro entre os 6% e os 10% ao mês.










O elemento masculino do casal apresenta um diagnóstico de esquizofrenia paranóide, segundo uma perícia psiquiátrica realizada ao arguido que considera que a sua capacidade de determinação relativamente aos factos está "moderadamente diminuída", mas não concluiu pela sua inimputabilidade.