“A comparticipação familiar sempre existiu o que fica clarificado é que a instituição só pode exigir às famílias um aumento da comparticipação se isso estiver definido nos estatutos”, reiterou.






Novas comparticipações criam maior “justiça social”



“Há 20 anos a realidade era outra”, comentou o responsável da CNAF.


“Há aqui uma divisão que se pretende mais justa na comparticipação do Estado e na comparticipação das famílias”, sustentou.


Trata-se de “uma salvaguarda do equilíbrio social”, frisou.


“Essa responsabilização alarga-se aos sobrinhos, aos netos, criando uma responsabilização alargada por parte da família”, frisou.