Segundo o comunicado enviado à agência Lusa, a cidadã portuguesa, membro da Adala UK e observadora acreditada pela 'Fundação Sahara Ocidental', sedeada em Espanha, foi «impedida pelas autoridades marroquinas de entrar nos territórios saarauis ocupados por Marrocos».

«À chegada ao aeroporto de El Aaiun, onde ia assistir, enquanto observadora internacional, ao julgamento do jornalista da RASD TV, Mahmoud El Haisan, preso político, Isabel Lourenço foi considerada 'persona non grata', agredida e levada à força para dentro do avião que a traria de volta a Casablanca», refere a organização não-governamental britânica.