A distinção feita pelo parlamento entre licenciaturas concluídas antes e depois do Processo de Bolonha, num concurso aberto na semana passada para contratar pessoal, é ilegal, defende a Universidade de Lisboa.

A Assembleia da República abriu, na semana passada, 23 vagas para a carreira de assessor parlamentar em diversas áreas e definiu que se podiam candidatar quem tivesse uma licenciatura concluída antes de 2008/2009 (ano em que a maioria dos cursos foi adaptada ao Processo de Bolonha) ou então um mestrado para os que terminaram o curso depois daquela data, revela a edição desta sexta-feira do "Jornal de Negócios".

Os anúncios de recrutamento publicados em Diário da República excluem assim os candidatos que tenham apenas uma licenciatura concluída depois de 2008/2009.