“Este inverno, do ponto de vista estatístico, foi até muito suave, tendo em conta que apenas se registaram nove desmoronamentos, contrariando a média anual que é de 13”, indicou o geólogo Sebastião Teixeira, responsável regional no Algarve da APA.




“Os sinais de instabilidade nestas três zonas obrigam a que tenhamos que intervir, para acabar aquilo que a natureza começou”, destacou.




“É importante que as pessoas conheçam quais são as zonas de risco de modo a evitá-las”, concluiu.