“Não está completamente provado que a vacina injetável, disponível no mercado português apenas para militares, seja 100% eficaz contra a inalação fatal de antrax em ataques bioterroristas, como aqueles que aconteceram nos EUA em 2001”, salienta a UC numa nota hoje divulgada.


“A introdução no mercado de uma vacina deste tipo poderá dissuadir a utilização de armas biológicas com antrax”, acreditam os especialistas envolvidos no estudo.




“As nanopartículas asseguram ainda que a vacina não seja destruída pelas enzimas das mucosas ou que se desloque para o estômago, onde seria inativada pelos ácidos”, acrescenta Olga Borges.