A "Operação Ano Novo" da GNR começa na quinta-feira com a intensificação do patrulhamento e da fiscalização rodoviária nas estradas de e para os locais associados às festividades desta altura do ano.

De acordo com Ricardo Silva, do gabinete das relações públicas da GNR, o objetivo da ‘Operação Ano Novo’ é a prevenção de acidentes rodoviários, estando envolvidos militares de todo o dispositivo da Guarda, desde a Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, reforçados pela Unidade de Intervenção e Unidade de Segurança e Honras de Estado.

O responsável disse que o dispositivo da GNR vai estar essencialmente atento à condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, lembrando que nesta altura do ano “são mais recorrentes”.

Ricardo Silva apelou a que todos os condutores façam uma condução livre de álcool.

“Que não façam contas, que não façam cálculos para saber se podem ou não beber mais. Simplesmente, se conduzirem, não bebam. Está estudado que um em cada três mortos em acidentes de viação conduzia com taxa ilegal de álcool no sangue, daí a nossa preocupação”, disse.


Ricardo Silva salientou ainda que a condução sob a influência de álcool, bem como o excesso de velocidade e a não utilização do cinto de segurança são as três principais causas de vítimas mortais nas estradas portuguesas.

A utilização indevida do telemóvel durante a condução, o não cumprimento das regras de trânsito e a falta de habilitação legal para o exercício da condução, são ainda matérias a que a GNR vai estar especialmente atenta nos três dias em que decorrerá a Operação Ano Novo, entre 31 e 3 de janeiro de 2016.