Os níveis de pólenes no ar em Portugal continental estarão entre «elevados a muito elevados», prevê a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia (SPAIC).

O Boletim Polínico divulgado nesta sexta-feira e citado pela Lusa adianta que para a semana de 4 a 10 de abril, com «a melhoria das condições meteorológicas e com o aumento de temperatura», é de esperar níveis «muito elevados» na Estremadura e região de Lisboa, destacando-se os pólenes das árvores azinheira, pinheiro e cipreste e das ervas urtigas, parietária e azedas.

A alergia a pólenes é causa frequente de manifestações alérgicas, que podem ser do aparelho respiratório (asma e rinite alérgica), dos olhos (conjuntivite alérgica) ou da pele (urticária e eczema).

A SPAIC prevê níveis de pólenes «elevados» em Trás-os-Montes e Alto Douro, com destaque para os pólenes de pinheiro, vidoeiro, cipreste, carvalho, plátanos e urtigas.

Também no Douro Litoral, os níveis vão apresentar-se «elevados», destacando-se os pólenes do pinheiro, plátano, carvalhos e urtigas.

Já na Beira Litoral e na Região Centro, de acordo com o Boletim Polínico, os níveis vão estar «muito elevados», com destaque para os do pinheiro, plátano, carvalhos, ciprestes e urtigas.

No Alentejo prevê-se níveis «muito elevados», com predomínio dos pólenes das árvores azinheira, pinheiro e plátano e das ervas urtigas e azedas.

Já no Algarve, os pólenes vão encontrar-se igualmente «muito elevados», destacando-se os das árvores azinheira, pinheiro e cipreste e das ervas urtigas e tanchangem.

Quanto às ilhas, nos Açores e região de Ponta Delgada, assim como na Madeira e na região do Funchal, os pólenes vão encontrar-se em níveis baixos, com predomínio dos pólenes de pinheiro, plátano, cipreste, urtigas e erva parietária, para os Açores, e pinheiro, cipreste, gramíneas e erva parietária, na Madeira.

O Poletim Polínico informa semanalmente sobre os níveis de pólenes existentes no ar, através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua destas substâncias, em várias regiões do país.