Dois mil e quinze. Assim por extenso porque é mais fácil imaginar as letras a embrulharem-se umas nas outras. É que este foi, sem dúvida, o ano da reviravolta política em Portugal. Isso está bem fresco na memória, não é?

Só que, e como sempre, o ano entrou em janeiro. Foi inaugurado com um episódio marcante para a sociedade, no que toca à utilização dos serviços públicos. E com outro que teve a banca como alvo, com os seus protagonistas a serem confrontados de viva voz.

Os contribuintes também não escaparam ao escrutínio: lembra-se do maior escândalo de fraude fiscal de sempre no mundo? Teve, em parte, selo nacional.

2015 foi, por outro lado, um ano de prémios (materiais e imateriais) para Portugal e para portugueses. Por mais do que uma vez. É bom lembrar. Ora tente: