“Este foi o único inspetor-geral do trabalho, desde que eu estou à frente deste sindicato, há muitos anos, que desde o início rejeitou colaborar com o sindicato. Os resultados estão à vista”, sublinhou.




“O caricato é que o dinheiro para apoiar campanhas de sensibilização alusivas à higiene, saúde e segurança nos locais de trabalho resulta dos descontos dos trabalhadores e das entidades patronais, mas será que estas verbas foram desviadas para cumprir as metas do défice?”, questiona.






“As propostas que vamos levar são perfeitamente suportáveis. Por exemplo, é de lamentar que na escola Alexandre Herculano, o laboratório de química esteja há dois anos fechado porque o soalho cedeu e que as janelas não se possam abrir, porque podem cair”, frisou.