”A percentagem de peões mortos entre 2012 e 2013 foi de 60,4% de homens, 36% de mulheres e 3,6% de crianças até aos 14 anos”, o que significa que, em média, “o risco de morte por atropelamento de um homem adulto é cerca do dobro do risco da mulher adulta”, refere a PRP.
















“Eu não defendo que isso de repente aconteça, mas numa política geral de proteção ao peão devia ser feita uma pedagogia, um aviso e na sequência disso devia ser feita alguma fiscalização”, mas também aos condutores quando se aproximam de uma passadeira para terem “um comportamento adequado”.