Há mais duas denúncias sobre irregularidades na Rarríssimas, apurou a TVI.  As queixas que a TVI agora revela foram enviadas em novembro, uma para a Autoridade para as Condições do Trabalho, cuja tutela pertence ao ministro da Segurança Social, Vieira da Silva, e uma outra queixa foi enviada para o Instituto do Emprego e Formação Profissonal, que depende do ministro da Economia.

Vieira da Silva tem reforçado a ideia de que não sabia o que se passava na Rarissímas, mas a verdade é que já são seis as queixas que caíram em saco roto.

As duas novas queixas sobre irregularidades na Rarissímas, datadas de  14 de novembro, juntam-se assim as outras quatro que não tiveram seguimento.

Nas queixas pede-se mesmo  que se inicie o mais brevemente possível uma investigação a Paula Brito da Costa, ao marido e filho. A queixa partiu de um grupo de associados da Rarissímas.

"Ao longo dos últimos anos, e fruto do envolvimento, pessoal e institucional, com diversas entidades governamentais, o vislumbre de uma eventual riqueza e poder tem vindo a toldar as atitudes da presidente da Rarissímas"

A queixa vai mais longe e fala em abuso de autoridade e num clima de intimidação de Paula Brito da Costa.

"Durante os últimos anos, não tem conta os processos levantados aos trabalhadores, pelos motivos mais estranhos que possam pensar, fundamentando-os graças às câmaras de vigilância instaladas na própria Casa dos Marcos(sem qualquer autorização da ComIssão de Proteção de Dados), com vista a obter informações sobre aquilo que os colaboradores conversam e fazem…"

No final é dado um email , em que os denunciantes dizem memso para serem contactados, caso necessitem de provas documentais.

A verdade é que nunca chegaram a ser ouvidos.