“Há muitos anos que vínhamos a pedir que realmente fossem disponibilizadas estas vacinas à população que vive nesta situação”, disse à agência Lusa Luís Espírito Santo, considerando que os sem-abrigo têm dificuldades a aceder aos pontos de apoio de saúde.







“Estamos muito contentes com o acolhimento das instituições, por isso, para o ano e para os anos seguintes, seguramente que iremos continuar”, afirmou Luís Pisco.





“A recetividade tem sido muito boa. Até agora não têm colocado entraves absolutamente nenhuns”, disse a médica voluntária.