"Isto somado quer dizer que «70» (anos) é o novo «60»", refere a OMS no documento, avisando, porém, que essa suposição "superficialmente positiva", carrega, porém, um "gosto amargo".








"Embora 70 não aparente ser o novo 60, não há nenhum motivo para que isso não se possa tornar uma realidade no futuro. Porém, torná-lo uma realidade exigirá muito mais ações de saúde pública concentradas no envelhecimento" para garantir essa qualidade de vida, defende a OMS.












"Embora sejam necessárias mais evidências, prever custos futuros de saúde com base na estrutura etária da população é um valor questionável. Isso é reforçado por análises históricas que sugerem que o envelhecimento tem muito menos influência sobre os gastos com saúde do que diversos outros fatores", defende-se no documento.



Reforma nos sistemas de saúde








"(O quadro) deve ser construído sobre uma mudança fundamental em nossa compreensão sobre o envelhecimento para outro que tenha em conta a diversidade das populações mais idosas e responda às desigualdades que muitas vezes estão subjacentes, exigindo ainda que se recorra a melhores formas de medir e monitorar a saúde e o funcionamento das populações mais velhas", lê-se no documento.








"Como mostra a evidência, a perda de habilidade comummente associada ao envelhecimento está apenas vagamente relacionada com a idade cronológica das pessoas. Não existe um «idoso típico»", frisou.