O Ministério da Educação e Ciência (MEC) entrega na quinta-feira o Prémio Escola 2013-2014 a 11 escolas e agrupamentos escolares, premiando não só o trabalho das instituições, mas também de uma individualidade que se tenha destacado.

Instituído no ano letivo de 2012-2013, o prémio distingue este ano o Agrupamento Vertical de Escolas Professor João Meira, de Guimarães, a Escola Secundária Inês de Castro, de Canidelo, o Externato Vila Meã, de Amarante, a Escola Secundária Quinta das Palmeiras, da Covilhã, o Agrupamento de Escolas Figueira Mar, da Figueira da Foz, o Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz, o Agrupamento de Escolas de Alcochete, o Colégio da Bafureira, da Parede, o Agrupamento de Escolas N.º 2 de Abrantes, a Escola Secundária de S. Lourenço, de Portalegre e o Colégio Luz S. Gonçalo, de Lagos.

O “Prémio de Escola”, de atribuição anual, distingue um máximo de três escolas ou agrupamentos em cada uma das cinco áreas geográficas do mapa educativo (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve).

As instituições, para além de uma placa de distinção e um louvor em Diário da República, recebem ainda apoio ao nível de recursos humanos e materiais destinados a projetos culturais e científicos dos alunos.

O louvor individual, entregue à personalidade indicada pela escola como a que mais se destacou no trabalho em prol do sucesso escolar dos alunos e das boas práticas no meio escolar, consiste na atribuição de um diploma que, caso seja entregue a um diretor, professor, aluno ou funcionário da escola, será incluído no seu processo individual.

O despacho do ministro Nuno Crato que criou a distinção elencava uma série de critérios que as escolas deveriam cumprir ou promover “de forma meritória” para serem elegíveis a receber o Prémio Escola, como o sucesso dos alunos a qualidade da aprendizagem, o desenvolvimento do ensino experimental das ciências, a criatividade aplicada nas ciências sociais ou a difusão e fortalecimento do interesse pelas artes.

A diminuição do insucesso escolar e do abandono precoce, inicialmente um dos critérios previstos, foi retirado da lista em 2014, numa alteração ao despacho de 2012.

Na 1.ª edição do Prémio Escola, no ano letivo anterior, as escolas distinguidas receberam um louvor em Diário da República, um troféu e uma coleção de mais de 50 livros para as suas bibliotecas, oferecida pelo Plano Nacional de Leitura, pelas editoras Gradiva, Leya e Porto Editora e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Presidiu ao júri da 1.ª edição o presidente do Tribunal de Contas e antigo ministro da Educação do Governo socialista de António Guterres, Guilherme d’Oliveira Martins.

A cerimónia da entrega do prémio relativo à edição deste ano está marcada para as 15:00, no Teatro Thalia, no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa.

Na cerimónia é também entregue o Selo Escola Voluntária, destinado a reconhecer o contributo dado pelos estabelecimentos de educação e ensino que, através de projetos educativos, valorizam as atividades de voluntariado, fortalecem o envolvimento da comunidade educativa no projeto da escola e da escola na comunidade e que contribuem para o desenvolvimento de laços sociais dentro e fora dela", de acordo com a informação disponibilizada no 'site' da Secretaria-Geral do MEC.

Segundo a mesma informação, o selo "consiste numa placa a afixar numa parede da escola, com a data da concessão".