Os reclusos da prisão de Castelo Branco que estiveram em contacto com um companheiro infetado com tuberculose já foram rastreados, disse à agência Lusa a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).

"Conforme o clinicamente delineado, já foram rastreados, por aqueles serviços [de pneumologia do Serviço Nacional de Saúde], os reclusos que estiveram em contacto com o companheiro que apresentou positividade para a tuberculose", refere, em nota enviada à agência Lusa, a DGRSP.

No dia 17 foi diagnosticada tuberculose a um recluso do estabelecimento prisional de Castelo Branco, que foi internado no Hospital Amato Lusitano (HAL) e posteriormente transferido para o Hospital Prisional de São João de Deus, em Caxias.

Numa nota de imprensa, uma fonte adiantava que, "até ao presente momento”, não havia registo de qualquer outra situação de positividade para a tuberculose no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco.

A DGRSP explicava então que estava previsto o rastreio "de toda a população reclusa e de todos os trabalhadores do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco".