“Nós queremos elaborar um diagnóstico o mais certo possível, para uma vez feito o diagnóstico do que realmente se está a passar e que perspetivas se avizinham (…) [elaborarmos] uma metodologia de ação assente num tripé”, adiantou Fernando Nobre.




“Vamos estabelecer um diagnóstico, vamos ver qual a terapêutica adequada possível no quadro da AMI, tendo em conta os meios financeiros que temos e de que podemos dispor, para dar o nosso contributo para uma estabilização de uma situação que quanto a mim só tenderá a agravar-se e durará para os próximos dez anos”, apontou.




“Solidariedade absolutamente sim, mas que estejamos atentos e que a Europa estabeleça regras de convivência democráticas, de tolerância, de reciprocidade para que o amanhã não venha a ser mais problemático ainda do que já é”, frisou.



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