Numa carta enviada ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a Quercus reforça a necessidade de um Plano de Ação Nacional para o Amianto. Ambientalistas querem que se dê seguimento ao “ Levantamento dos Materiais Contendo Amianto nos edifícios, instalações e equipamentos públicos”, apresentado a 31/07/2014 e disponível no site do Governo.

Para a Quercus falta tomar medidas, porque o levantamento de infraestruturas afetadas não é suficiente. Falta, por exemplo, “identificar a totalidade dos materiais com amianto, promover análises às concentrações de fibras respiráveis, avaliar o risco de exposição dos trabalhadores ao amianto e definir medidas para prevenir ou minimizar a exposição”.

Na missiva a Passos Coelho, a Quercus insiste que o Plano de Ação precisa de “calendarizar as medidas que deverão ser tomadas para a monitorização regular dos espaços que contenham amianto, definir as ações corretivas a executar, incluindo as situações de risco onde seja necessário aplicar uma intervenção imediata que preveja a remoção dos materiais contendo amianto, tendo em conta a proteção dos trabalhadores do setor público contra os riscos relacionados com a exposição ao amianto”.