Paula Brito Costa já formalizou a demissão do cargo de presidente da Raríssimas, confirmou a TVI. 

O presidente da Assembleia Geral da Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras - Raríssimas recebeu em formato digital a carta de demissão de Paula Brito Costa.

A demissão surge depois da polémica levantada com a reportagem da TVI que revelou a alegada gestão danosa por parte da presidente. 

A associação Raríssimas vai realizar a sua assembleia geral “nos primeiros dias de janeiro”, da qual deverá sair uma nova direção, após a saída da presidente Paula Brito e Costa, disse hoje à Lusa fonte da instituição.

Segundo a mesma fonte, a informação sobre a data da realização da assembleia geral foi fornecida a elementos da atual direção pelo presidente da assembleia geral da instituição de solidariedade social.

Elementos da Inspeção-geral do Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social estão a realizar uma inspeção a pedido do ministro do Trabalho, Solidariedade Social e Trabalho.

O Ministério Público estava também a investigar a instituição, após uma denúncia anónima.

A Raríssimas foi fundada em abril de 2012 para apoiar pessoas com doenças raras, que se estima afetarem cerca de 800 mil portugueses.