Paula Brito da Costa, a ex-presidente da Raríssimas, continua a ter poder na instituição, porque tem um contrato como diretora-geral.

A TVI sabe que continua a trabalhar a partir de casa e envia e-mails aos funcionários, que agora enfrentam a inspeção da Segurança Social.

Apesar de não estar fisicamente na sede da Raríssimas, a inspeção do ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social prossegue.

Os inspetores regressaram à Casa dos Marcos esta quinta-feira e pediram documentos também à ex-presidente.

A TVI conseguiu apurar que alguns deles não foram entregues por estarem em parte incerta.

Soube-se esta quinta-feira que o presidente da Assembleia Geral da Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras - Raríssimas já recebeu em formato digital a carta de demissão de Paula Brito Costa.

A demissão surge depois da polémica levantada com a reportagem da TVI que revelou a alegada gestão danosa por parte da presidente. 

A associação Raríssimas vai realizar uma assembleia-geral a 3 de janeiro para eleger os titulares dos órgãos sociais em falta.