Os guardas prisionais iniciaram esta quinta-feira uma greve, que se prolonga até sábado, pela regulamentação do horário de trabalho, atribuição de subsídio de turno, atualização da tabela salarial e aplicação do regime de pré-aposentação.

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) tem também marcada para esta quinta-feira uma vigília na Praça do Comércio, junto ao Ministério da Justiça.

As reivindicações do sindicato não são novas e, em janeiro, deram origem a uma vigília de protesto junto do Palácio de S. Bento, em Lisboa.

Os guardas prisionais continuam a exigir a aplicação da pré-aposentação de acordo com o praticado na PSP, a atualização da tabela remuneratória, a promoção a guarda prisional e ocupação dos lugares existentes nas categorias, uma regulamentação do horário de trabalho e um subsídio de turno.

A ministra da justiça disse, em junho, no parlamento, que o concurso para mais 400 elementos nos serviços prisionais deveria estar concluído este mês e que atualmente existem 6.627 guardas, reconhecendo que estão aquém do quadro definido.