A decisão judicial do caso da Universidade Independente foi hoje adiada para 19 de julho, sendo esta a terceira vez que o acórdão do segundo julgamento é adiado.

Nas alegações finais do julgamento que começou em 2014, o Ministério Público pediu a condenação de Rui Verde e de Lima de Carvalho, acionista maioritário da Sociedade Independente para o Desenvolvimento do Ensino Superior (SIDES), da empresa detentora da extinta UNI, por abuso de confiança, falsificação, burla, corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais.

O antigo reitor da UNI Luís Arouca, que esteve no banco dos réus no decurso do primeiro julgamento, faleceu em novembro de 2014.

Mais de 20 arguidos respondem por centenas de crimes económicos, entre eles os antigos reitor e vice-reitor da universidade. A universidade foi encerrada compulsivamente a em 2007 por decisão do então ministro do Ensino Superior, Mariano Gago.