“Vamos praticar várias modalidades de treino de guerra no mar, vamos essencialmente dar uma cobertura em todo o Mediterrâneo, vamos criar um ‘Maritime Situation Awareness’ [situação de atenção marítima] no Mar Negro, onde vamos praticar com as marinhas aliadas da Turquia, da Roménia e da Bulgária, depois no norte vamos participar em exercícios das marinhas dos países aliados locais e vamos participar em vários exercícios internacionais com todos os membros que compõem a Aliança Atlântica”, explicou aos jornalistas o vice-almirante Alberto Silvestre Correia.




“Quando olhamos para a área da Aliança Atlântica vemos problemas no norte de África, a guerra civil na Síria, o crescimento do [grupo extremista] Estado Islâmico, o desafio da Rússia com a anexação Crimeia, por isso a segurança nas fronteiras da NATO está ameaça e é importante que a NATO tenha navios bem comandados e prontos para responder se algumas dessas ameaças forem perigosas para a aliança”, defendeu em declarações aos jornalistas.