anunciou na terça-feira a apresentação de uma queixa



“Há mais de 500 anos que as Misericórdias portuguesas têm como uma das suas missões mais nobres cuidar dos enfermos e de todos os que sofrem”, o que vão continuar a fazer “sem qualquer tipo de concessão”, assegura o grupo, lembrando a “relação sadia” que mantêm desde “há muitos anos” com parceiros privados da área da saúde.

“Esta cooperação, de enorme dimensão, tem vindo a traduzir-se em vantagens mútuas para as Misericórdias, para os parceiros e, sobretudo, para as comunidades que servimos”, salienta.






“Como o Governo continua a insistir em adjudicações diretas às Misericórdias, não cuidando de saber se outros prestadores fazem melhor e mais barato, a APHP vê-se forçada a denunciar à CE as relações promíscuas entre as Misericórdias e o MS”, afirma Artur Osório Araújo.