O administrador judicial detido por suspeitas de apropriação indevida de dinheiros públicos (peculato) num montante superior a três milhões de euros ficou este sábado em prisão domiciliária, disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).

A detenção do homem, com escritórios na zona da Grande Lisboa, foi anunciada na sexta-feira pela polícia, tendo entretanto ocorrido o primeiro interrogatório judicial.

A investigação foi realizada pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC), no âmbito de um inquérito dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.

Na nota divulgada na sexta-feira, a PJ referiu que durante a investigação apreendeu diverso material relacionado com a alegada atividade criminosa que terá causado “danos superiores a três milhões de euros”.