Há possibilidade de um grupo de colaboradores e pais da associação Raríssimas apresentar uma lista, válida, à nova direção, que assegurarão a condução da Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras até 2019.

Segundo apurou a jornalista, Inês Pereira, à porta da assembleia-geral (AG) extraordinária, que decorre hoje, este terá sido, de resto, o motivo que levou a que a AG fosse suspensa por meia hora. Resta saber se a lista é válida – se cumpre todos os requisitos legais – e se também contempla a proposta de nomes ao conselho fiscal da Raríssimas (se há pessoas suficientes para ocupar todos os cargos).

A reunião magna estava marcada para as 10:00 da manhã, começou com um atraso de meia hora, por falta de quórum, e está, a esta hora, suspensa, à espera de se saber se a lista que se prepara avança, ou não. E em caso negativo para quando ficará agendada nova reunião de sócios.

Desde que “rebentou” o escândalo, na sequência da investigação da TVI, que ainda permanecem em funções, após presidente, Paula Brito da Costa, ter deixa do cargo, quatro membros da direção, um do conselho fiscal e um membro da mesa.