O Exército abriu processos disciplinares a vários militares na sequência do furto de material de guerra nos paióis de Tancos descoberto no final de junho, confirmou o chefe do exército à TVI24. As decisões resultaram do inquérito interno conduzido pelo Regimento de Engenharia nº1. 

A mesma fonte escusou-se, no entanto, a precisar quando foram abertos os processos e quantos e quais os postos dos militares em causa, remetendo mais informações para segunda-feira.

O furto de material de guerra nos paióis nacionais de Tancos, Vila Nova da Barquinha, Santarém, foi divulgado pelo Exército no dia 29 de junho.

Granadas de mão, granadas foguete anticarro, de gás lacrimogéneo e explosivos estavam entre o material de guerra furtado.

Em 20 de julho, o ministro da Defesa anunciou que vai fechar definitivamente os paióis nacionais de Tancos devido às dificuldades logísticas de garantir a segurança.

Este foi o maior furto de armamento militar alguma vez conhecido em Portugal.