“Tivemos a participação de cerca de sete mil pessoas. Entre as 248 que apresentaram uma reclamação ou fizeram uma denúncia na primeira pessoa, há ainda os abaixo-assinados e a petição on-line com cerca de 4.300 assinaturas, que queremos que se mantenha ativa e que seja reforçada até ser resolvido o problema”, contou à Lusa Henrique Trigueiros, porta-voz do movimento, depois de entregue a queixa.


“O que pedimos é que estude o problema, porque a lei já existe. Provavelmente a lei terá de ser alterada, ou seja, terá de ser regulado o mercado livreiro para impedir que num prazo de seis anos após um livro ser adotado ele tenha qualquer alteração. Em casos de força maior, poderá a editora lançar uma errata”, disse Henrique Trigueiros, reconhecendo que este é “um problema que envolve uma indústria milionária”.