Mais de mil jihadistas foram mortos em três meses na Síria pelos ataques da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, de acordo com os dados divulgados pelo Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH).

«Desde o início das operações da coligação (23 de setembro), pelo menos 1.171 pessoas foram mortas pelos ataques árabes e internacionais na Síria, dos quais 1.119 jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (EI) e da Frente al-Nusra (ligada à Al-Qaida)», anunciou a organização.


De acordo com a organização de direitos humanos, os ataques mataram 1.046 membros do Estado Islâmico, na maioria não sírios, um prisioneiro, que não se sabe a nacionalidade, 72 membros da Frente al-Nusra e 52 civis.

Os dados do observatório surgem no mesmo dia em que foram divulgados os números do relatório anual do Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Segundo o CPJ, os homicídios de jornalistas estrangeiros perpetrados pelo grupo Estado Islâmico contribuíram para fazer de 2014 um dos anos mais mortíferos para a classe no mundo inteiro. Este ano, pelo menos 60 jornalistas morreram no exercício da sua profissão.