«Desde o início das operações da coligação (23 de setembro), pelo menos 1.171 pessoas foram mortas pelos ataques árabes e internacionais na Síria, dos quais 1.119 jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (EI) e da Frente al-Nusra (ligada à Al-Qaida)», anunciou a organização.

De acordo com a organização de direitos humanos, os ataques mataram 1.046 membros do Estado Islâmico, na maioria não sírios, um prisioneiro, que não se sabe a nacionalidade, 72 membros da Frente al-Nusra e 52 civis.

Os dados do observatório surgem no mesmo dia em que foram divulgados os números do relatório anual do Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Segundo o CPJ, os homicídios de jornalistas estrangeiros perpetrados pelo grupo Estado Islâmico contribuíram para fazer de 2014 um dos anos mais mortíferos para a classe no mundo inteiro. Este ano, pelo menos 60 jornalistas morreram no exercício da sua profissão.