A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) manifestou nesta terça-feira discordância pela saída da Energia da tutela do ministério da Economia no seguimento da revelação da nova composição do Governo.

«A energia é uma questão de competitividade nuclear para as empresas e nesse sentido deveria manter-se no ministério da Economia. Lamentamos que tal não aconteça», afirmou António Saraiva.

Para o responsável máximo da CIP, António Pires de Lima, que terá a tutela da Economia, é um nome «interessante», mas «mais importante que os ministros são as políticas» e as reformas do país que «tardam em ser feitas».

«Finalmente temos Governo. Perdemos 21 dias. Há que recuperar o tempo perdido», declarou António Saraiva à Lusa.