O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira, garantiu aos deputados que não via o empresário Manuel Fino «como especulador», depois da polémica caso Cimpor.

De acordo com o responsável, Manuel Fino «é um empresário respeitável e sempre cumpridor com a CGD», refere durante a sua audição no Parlamento.

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Faria de Oliveira acrescenta ainda que o mesmo se insere na categoria «de empregador e com um papel muito importante na área industrial do país».

O responsável voltou a salientar que a solução encontrada para a Cimpor-com a compra das acções da cimenteira a 4,75 euros-foi a melhor.

«Foi a melhor solução para a CGD tendo em conta as alternativas existentes. Foi uma solução optimizada», disse o presidente da CGD já à saída da audição.

Em relação ao valor de cada acção, o presidente da instituição financeira diz apenas que esse preço correspondia ao momento da negociação, reconhecendo, no entanto, «que hoje em dia o valor provavelmente seria ligeiramente inferior».